Propagandas: do excesso de texto ao visual clean

Propagandas: do excesso de texto ao visual clean

Olá amantes do design! Neste post trataremos de um assunto bem interessante: a evolução da publicidade e do design. Já reparou como ultimamente a maioria o design de propagandas está mais clean? Quase sempre é algo simples, sofisticado e minimalista, que nada se parece com aquelas campanhas antigas nas quais os layouts mostravam fotos clássicas com bastante texto em volta… Vamos saber o porquê disso!

A imprensa e a tipografia

O design gráfico, apesar de ser uma profissão antiga, expandiu-se mesmo através dos meios digitais, mais precisamente no século XXI. Porém, antes da era digital servir como instrumento básico para as agências, a tipografia era um dos principais recursos de criação. Para quem não sabe, tipografia é um processo em que se utiliza o texto, físico ou digital, como forma de composição artística.

A partir da invenção da imprensa, a tipografia passou a ser muito usada nos meios impressos. Era uma “forma moderna” na época de passar uma mensagem especifica com o uso, até mesmo excessivo, de fontes textuais. Enquanto a publicidade evoluía, a tipografia ganhava força, mantendo-se presente na maioria das campanhas. Com o tempo, incorporou-se a fotografia no processo.

Fotografia e redação

Notamos nas propagandas antigas, principalmente, nas criadas no período da década de 50 a 80, uma mescla peculiar de tipografia e fotografia. Vale ressaltar que a redação era também um instrumento muito usado na publicidade nos meios impressos. Na época era necessário expor releases extensos sobre o produto anunciado. O que explica isso é o fato da comunicação não ser tão ligeira como hoje.

As pessoas tinham maior acesso à informação através de periódicos lidos como revistas, jornais, catálogos etc. Portanto, era necessário expor ao consumidor o máximo de detalhes de uma só vez. Tínhamos então o trio dos layouts: gravuras (fotografias ou desenhos publicitários feitos à mão), a tipografia (representação gráficas das letras, estilos de fontes) e a redação propriamente dita, com seus textos extensos (diversos slogans, muitas chamadas e o máximo de informações).

A revolução digital e o conceito de clean

Com a revolução digital, a propaganda passou a ser composta de outra forma, por conta das ferramentas computadorizadas que oferecem mais recursos aos profissionais de criação. Ao mesmo tempo, passamos a ter consumidores cada vez mais exigentes devido à mudança de hábitos como reflexo da globalização. Esse rigor faz com que os designers procurem inovar cada vez mais com propagandas criativas e sofisticadas.

O conceito de clean vai de encontro a isso, prevalecendo um visual mais “vazio”, mas não menos informativo. Só que a ideia agora é fazer com que a mensagem seja passada de forma mais essencial, sem muitos rodeios ou floreios. Ou seja, no visual, explica-se o que é tangível de forma intangível.

O design clean resume-se numa apresentação visual sem muitos ornamentos, com pouca interferência, somente com o necessário. Isso no mundo de hoje é encarado como uma forma mais fácil de entendimento conceitual. Sem contar que muito texto não funciona mais, pois o acesso dinâmico a informação não permite “perder” tempo com muita leitura! Muitas empresas já vêm se adaptando a essa “revolução clean”, inserindo a marca de seus produtos em diversos canais, passando a mensagem de forma indireta, deixando que a marca fale por si só.

O que você acha dessa evolução? Deixe um comentário!

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O que esperar do design em 2015?

O que o futuro reserva para o design? Cores quentes, frias, design “flat” ou “skeumórfico”? Primeiramente, saiba que design não é moda, e sim comunicação. O design tem sido usado ao longo de anos como uma ferramenta visual eficaz para entregar uma mensagem. Essa mensagem varia de acordo com o público receptor e o que ele deseja da sua marca, ou seja, cada necessidade diferente demanda uma solução visual distinta e única. Não estamos dizendo que tendências não servem para nada ou não podem ser seguidas, mas se você está buscando entregar uma mensagem mais atemporal, melhor não entrar “na onda do momento”.

A primeira dica é projetar para o cliente e não para você ou de acordo com o que você considera “hype”. Lembre-se que o projeto deve ser pensado para agradar e impressionar os consumidores do seu cliente e não a você ou aos seus pares. Uma particularidade do design é fazer parte da estratégia de comunicação de uma organização, dizendo algo a alguém. Caso suas peças não consigam transmitir mensagens relevantes para um público, repense suas atitudes e referências pois elas certamente estão mais próximas do campo da arte do que do design. Mas design não é arte? Não. A arte nunca teve o dever de falar a ninguém, a não ser representar os pensamentos e vontades do próprio artista. Você põe um jingle no mesmo patamar que uma música popular? Compara a obra “A Persistência da Memória”, de Dalí, a um logotipo? Provavelmente não.

Outro aspecto a se levar em consideração para 2015 é o limite. Algumas pessoas acabam estudando tendências passadas e esquecem que certas características estavam mais ligadas a limitações tecnológicas da época do que à linha criativa daquele momento. Até as cores eram problemas no passado, pois algumas delas não podiam ser impressas ou resultavam em peças completamente desconexas com o projeto original. Esses limites precisaram ser ultrapassados para que o design evoluísse. A lição a ser tirada disso? Às vezes é melhor propor certos limites para si que estimulem soluções mais criativas do que achar que tudo é permitido.

E se o design fosse baseado mais em princípios que em tendências? Considere os valores que a marca julga importante como base do seu projeto! Valores e princípios são muito mais consistentes e duram muito mais que coisas que estão na moda. Peças mais fortes são mais resilientes ao tempo e a intempéries econômicas. Agora, se você descobrir que o valor mais importante para uma empresa é ser trendsetter, estude as novidades e tendências para o futuro. Ou melhor ainda: inove e tente criá-las você mesmo.

Enfim, se você é designer já deve ter percebido que comunicar não é simples. Há ruídos, anseios do cliente, desejos do consumidor, espaço e épocas diferentes entre tantas outras peculiaridades. Tudo depende da mensagem a ser transmitida, do receptor, do espaço de tempo e geográfico, da cultura vigente e por aí vai… A dica aqui é não reduzir tantas variáveis a um catálogo de tendências. Toda escolha no design deve ter uma explicação plausível, baseada em dados e fatos consistentes.

E você? O que espera para o design em 2015? Deixe seu comentário.

Aprimore sua criatividade no trabalho e valorize-se profissionalmente

Aprimore sua criatividade no trabalho e valorize-se profissionalmente

O profissional criativo, que busca propostas e soluções inovadoras, tem sido cada vais valorizado nas empresas. A criatividade nos torna valiosos profissionalmente, nos ajuda no dia-a-dia do trabalho. Quando somos criativos, mais eficiente somos, alcançado o resultado que desejamos com maior agilidade e facilidade. Isso torna nossas tarefas mais prazerosas e nos motiva.

O melhor de tudo é que a criatividade, diferentemente do que muitos pensam, não é algo que nasceu com a gente. Ela pode ser desenvolvida, incentivada e aperfeiçoada. E muito disso depende da postura que adotamos no ambiente de trabalho.

A forma em que uma ideia surge e a aplicamos chamamos de processo criativo. Entendendo como esse processo funciona e seguindo algumas dicas é possível aprimorar nossa criatividade. Veja:

Fundamentos do processo criativo

Atenção, Fuga e Movimento. Estes são os três princípios básicos do processo criativo. Através destes fundamentos é que a maioria dos estudiosos acredita como funciona a criatividade.

Na Atenção, nós nos concentramos no problema ou em uma oportunidade. Ao focarmos nossos pensamentos, compreendemos melhor a situação, suas semelhanças ou diferenças com outros problemas já enfrentados, seus detalhes e eventuais motivos. Através dessa concentração, nossa mente é preparada para viajar, ir além da realidade, e buscar possibilidades que normalmente não percebemos.

A etapa seguinte é a Fuga. Já estamos concentrados, já preparamos nossa mente. Então é hora escapar dos nossos pensamentos convencionais. Nossos hábitos fazem com que sigamos sempre a mesma tendência para resolver um problema. Nessa etapa do processo criativo, o objetivo é fugir dessa tendência, buscar alternativas que normalmente não escolheríamos.

No Movimento, aí é quanto nós ‘saímos da casinha’. Após ultrapassarmos nossos bloqueios mentais e fugimos do pensamento convencional, damos asas à imaginação, continuando a exploração de novas ideias, fazendo combinações, conexões improváveis e analogias, sem deixar de lado a nossa meta.

Desse modo, chegamos a uma solução criativa, uma forma inovadora de propor soluções.

Criatividade no ambiente de trabalho

No nosso ambiente de trabalho, ser criativo faz diferença. Através da criatividade, encontramos soluções mais eficientes e nos mantemos motivados para executar nossas tarefas. Há algumas dicas para tornar nosso cotidiano profissional mais criativo.

- Pensamento livre

Pensar livremente é dos meios para novas descobertas. Em certos momentos, buscamos uma boa ideia, mas nada surge, por mais QUE espremamos nossa cabeça. A saída é dar um tempo, se desligar temporariamente. Assim, o problema que enfrentamos será abordado sob novo aspecto, menos racional.

- Mais espaço para o absurdo

Algumas vezes, quando temos uma ideia, pensamos que estamos ‘viajando na batatinha’. Mas pode ser que não. Certas soluções podem ser absurdas no início, mas são uma base para que algo mais concreto tome corpo.

- Diga “oi” para as novidades

Não tenha medo de coisas novas. Em todos os sentidos. Vale fazer novos amigos, principalmente com pessoas de outras áreas, ouvir músicas, ver filmes ou ler livros de gêneros variados. A proposta é desbravar o desconhecido, ‘ir onde nenhum homem jamais esteve’.

- Dormir bem

Não, não é para sermos preguiçosos. Mas nós sabemos que muitos profissionais costumam perder horas de sono, trabalhando até tarde da noite para entregar um projeto. O sono, porém, é muito importante para o desenvolvimento do processo criativo. Quando dormimos, durante a fase dos sonhos, é quando a área do cérebro responsável pela criatividade é mais estimulada.

A importância da logomarca para o crescimento da sua empresa

A importância da logomarca para o crescimento da sua empresa

Manter e conquistar clientes, alcançar reputação positiva junto ao mercado e ser sinônimo de qualidade. Para qualquer empresa, estes são fundamentos de grande importância para o seu crescimento. Fundamentos que podem ser ainda mais fortes e mais fáceis de serem obtidos caso sua empresa utilize uma marca de impacto, que seja de fácil reconhecimento, tornando-se a identidade da sua companhia. Principalmente se você estiver iniciando nos negócios e quer “marcar território” desde cedo.

Entretanto, criar um logotipo de qualidade, que transmita a mensagem que se deseja, requer certos cuidados. Se o trabalho não for feito com atenção, o resultado pode até ser muito bonito, mas dificilmente atenderá as necessidades da sua empresa.

Para desenvolver uma logomarca que realmente possa contribuir para o crescimento da sua micro ou pequena empresa, é necessário atenção a alguns aspectos importantes.

Simplicidade: um logotipo ou marca simples é muito mais fácil de ser memorizada e ser reconhecida. Informação demais atrapalha, pode deixar a identidade visual da sua empresa confusa e de difícil interpretação.

Versatilidade: de cartões de visita a outdoors, de embalagens a anúncios em jornais e revistas e até mesmo no perfil de uma rede social. Uma boa logomarca deve ser versátil, fácil de ser usada em qualquer ambiente, de ser aplicada em qualquer tipo de mídia ou material.

Conveniência: o logotipo da sua empresa deve ter características, motivos ou aspectos que condizem com a atividade da sua empresa ou o ramo de atuação. Uma marca sóbria não combina nada se a sua companhia desenvolve produtos para crianças. Um logo precisa sempre ser apropriado ao seu tipo de negócio.

Atemporalidade: se uma marca passa por anos ou até mesmo décadas sem passar por grandes modificações, ela tem uma característica muito importante. É um logotipo que resiste à passagem do tempo, reforçando ainda mais a boa imagem da sua empresa. Por esta razão, deve fugir das tendências e dos modismos na hora criar sua logomarca. Se seu desejo é atuar no mercado durante um longo prazo, sua marca também precisa ser longeva.

Memorabilidade: se a logomarca da sua empresa possui o aspecto da simplicidade, não há muitas cores ou traços confusos, então deverá atender a outra característica que é a capacidade de ser lembrada, de ser memorizada com facilidade. Um bom logotipo tem que ficar “gravado” na mente de seus clientes, de seus parceiros de negócios, de seus colaboradores e do público em geral.

Protegida: após a criação da sua marca, aquela que vai identificar visualmente a sua empresa em todos os lugares, não se deve deixar de registrá-la junto ao INPI, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Desta forma, seu logotipo estará protegido em todo o território brasileiro contra pirataria ou plágios.

Como se pode observar, desenvolver uma logomarca eficiente não é tão fácil como parece. Mas, se estas dicas forem seguidas, é quase certo que se chegará ao resultado desejado. Vale lembrar ainda que a criatividade e a originalidade também devem estar sempre presentes nessa tarefa.

Seu site está de acordo com seu público? Entenda o momento de reformular o website e os benefícios da nova presença

Seu site está de acordo com seu público? Entenda o momento de reformular o website e os benefícios da nova presença

Você já parou para pensar que a razão da falta de conversão de visitas em vendas em seu site pode estar na forma como ele está estruturado? Esta pode ser a mesma explicação do porquê sua empresa ainda não possuir uma presença digital forte! Alguns aspectos fazem com que uns espaços na web recebam mais destaque do que outros, um deles é a adequação ao público-alvo. Um site que oferece uma boa experiência ao visitante tem mais chances de ser acessado novamente, de receber novas visitas e de fechar mais vendas. Confira aqui como identificar o momento ideal para reformular o site de sua empresa e quais os benefícios de uma nova presença.

Quando reformular o site?

Faça uma análise do seu site e observe o comportamento dos seus visitantes. Busque também informações nas redes sociais da empresa: como está o engajamento do seu público? Essas são respostas que ajudam a identificar o momento certo para reformulação do site. Conheça alguns dos aspectos que devem ser levados em consideração na hora de tomar esta decisão:

Dificuldade no acesso

Se as visitas são rápidas e o internauta não fica muito tempo em sua página, provavelmente o site apresenta problemas de usabilidade e não oferece um conteúdo interessante. Se o seu site apresenta falhas como essas, está mais do que na hora de ser reformulado.

Público-alvo não se identifica

Quando um cliente em potencial chega até sua página e encontra um conteúdo que não está estruturado para o perfil dele, são grandes as chances de rápido abandono do site. Capturar a atenção do público-alvo é o primeiro passo para o fortalecimento da marca em ambiente online e manter este público interessado é o segundo. Portanto, este é outro importante indicativo de que o website deve ser repensado.

A plataforma utilizada não oferece recursos que permitam otimizar o site

Um bom sistema de gestão de conteúdo simplifica o gerenciamento das páginas. Também oferece ferramentas que possibilitam melhorar o posicionamento do site nos resultados das pesquisas realizadas em buscadores, como o Google. Por isso, além de apresentar um painel de administração amigável, a plataforma deve ter recursos que permitam criar URLs com as palavras-chaves no endereço, títulos de páginas com descrições completas e informações de metadados (descrição e palavras-chaves do conteúdo da página). Estas ferramentas simplificam o uso de algumas técnicas de SEO, que visam garantir a indexação do site nos buscadores. Se a plataforma utilizada pela sua empresa não oferece estas facilidades, é hora de trocá-la.

Benefícios da nova presença

Depois de identificado o problema, é hora de definir novas estratégias que busquem melhorar o conteúdo, a estrutura e a indexação do site. Estas são ações que ajudam a proporcionar um espaço que se enquadra melhor no perfil do público-alvo e que atende suas reais necessidades e preferências. Quando a página da empresa é um espaço agradável, atrai mais atenção na internet. Conheça mais sobre alguns dos benefícios da reformulação do site:

Maior engajamento nas redes

Uma consequência da melhora na estrutura e no conteúdo apresentado é o aumento da popularidade da marca também nas mídias sociais. Seguidores do Twitter, Facebook e outras redes participam mais quando encontram um conteúdo relevante e interessante. Também aumentam os compartilhamentos das postagens feitas pela empresa e as indicações para o seu site.

Design clean

A reformulação busca também aumentar a usabilidade. Isso significa uma melhoria nas ferramentas utilizadas, o uso de menus intuitivos e informações mais acessíveis. Todas essas são características que tornam a experiência do usuário no site muito melhor. Um site clean e fácil de entender garante mais retornos e visitas mais longas.

Melhor posicionamento na web

Mais do que estar na internet, é importante manter uma presença virtual relevante. A reformulação do site busca garantir essa relevância, oferecendo um espaço visualmente atraente, agradável de navegar e com fortes argumentos. Para garantir novas visitas, é essencial que o site seja construído em uma plataforma com recursos que facilitem a indexação nos mecanismos de buscas. Dessa maneira, quando algum cliente em potencial realizar pesquisas relacionadas a sua empresa, encontrarão seu site com maior facilidade.

Reconheceu alguma das falhas apresentadas aqui em seu site? Conte nos comentários.

Manual da marca: entenda o que é e os benefícios para sua empresa

Manual da marca: entenda o que é e os benefícios para sua empresa

Um ponto em comum entre as grandes marcas é que todas elas apresentam um manual que define a identidade visual da empresa. É este o guia que evita que o logotipo seja usado incorretamente, que serve como referência de comunicação e que especifica características próprias da marca.

Para visualizar a importância do logotipo, é só pensar em marcas como a Coca-Cola. Difícil quem não reconheça de longe a fonte utilizada ou a combinação de cores característica da marca, o branco com vermelho. Outro exemplo é a Apple, pensar na marca significa imaginar uma maçã mordida.

A força dessas empresas é uma demonstração da importância que a marca tem frente ao consumidor. Esta força é o resultado de uma imagem bem construída, com planejamento de comunicação visual e regras sobre a utilização de elementos gráficos, descritas no manual da marca. Conheça aqui um pouco mais sobre o assunto e seus benefícios.

O que é o Manual da Marca

É um guia que contém as principais características da organização. Pode trazer apenas regras sobre o uso dos elementos visuais ou pode descrever também como deve ser a comunicação, qual é a missão e quais são os objetivos da empresa. Confira alguns dos elementos que costumam ser especificados no manual da marca:

  • Descrição da marca – é um resumo das atividades da empresa;
  • Logotipo e suas variações – define a marca e limita as possíveis alterações;
  • Tipografia – descrição da fonte utilizada;
  • Paleta de cores – são as principais cores utilizadas na marca e demais campanhas;
  • Missão – descreve os objetivos e os diferenciais da marca.

Cada manual é único e diz respeito a uma marca exclusivamente. Portanto, alguns desses elementos podem não aparecer no guia e outros podem ser adicionados. No manual do Skype, por exemplo, a linguagem utilizada tem a cara e as cores da empresa. Entre as especificações de uso da marca está uma descrição do que pode e o que não pode ser feito com o símbolo do Skype.

Uma das proibições alerta que a marca não deve ser rotacionada. Já o manual do Senac tem uma linguagem mais formal e apresenta dados que instruem sobre as regras para aplicações da marca em fundos fotográficos e sobre os usos proibidos. Em sua paleta de cores estão o azul Senac, o laranja Senac e o próprio laranja. Essas são algumas informações úteis que visam preservar a identidade visual da empresa.

Benefícios para a empresa

Confira algumas das vantagens trazidas para a companhia, quando há um bom planejamento de comunicação visual e um guia que preserve a identidade da marca:

Fortalecimento – Quando a empresa tem uma identidade forte, ela ganha destaque no segmento.

Reconhecimento – O consumidor passa a reconhecer a marca com maior facilidade quando ela tem uma comunicação visual própria. Isso é um fator que aumenta a fidelização e o engajamento do cliente com a empresa.

Maior facilidade para trabalhar com a imagem – Ter um guia que descreve o que pode ou não ser feito com a marca e demais elementos gráficos, facilita o trabalho de quem precisa realizar alguma alteração de imagem, como a aplicação de uma foto ou outra modificação no fundo.

Como está a comunicação visual de sua empresa? Comente e conte pra gente.

5 Dicas para atualizar seu site

Após criar um site, é necessário mantê-lo atualizado, pois é sempre necessário modificar a vitrine da sua empresa para que seus clientes percebam que você está preocupado em prestar uma atendimento cada vez melhor.

Muita criatividade

Seja criativo e autêntico

Com a enorme concorrência que a internet proporciona, somente que é realmente bom terá destaque, e por este motivo, mantê-lo atualizado é tão importante.
Mas, o que fazer para que esteja sempre atualizado? Seguem 5 preciosas dicas para você fazer sozinho:

Dica 01:
Defina um prazo Continue lendo

Design de Marca Livin Jeans

Design da marca de jeans Livin

Design da marca de jeans Livin

Uma empresa de Gaspar, criativa e diferenciada, busca uma identidade forte, vibrante e jovem, assim como seu público.

O design da Marca da Livin’ propõe diferentes aplicações, permitindo o uso de todas as cores da moda.

Presença, independência, personalidade forte são essências da geração Livin’.

“Livin” significa vivendo, é presenciar em tempo real e junto à peça as mudanças e conquistas. Estar vivendo é usar todas as cores, é poder se sentir de todas as maneiras possíveis, por isso o Vermelho é a presença, energia, mas todas as aplicações são possíveis.

CONSTRUÇÃO Continue lendo

Design de Marca Grand Chef Stefan

Design de Marca Grand Chef Stefan

Design de Marca Grand Chef Stefan

Uma nova marca, privilegiando mas sem individualizar o chef Stefan. Apesar do nome na marca, é possível entender esse design de marca como a identificação da empresa, pois tem forte conceito e traço moderno.

Contemporânea, marcante e com forte presença. Continue lendo

Feira Internúcleos – Acib 2014

O Núcleo de Criação e Design da ACIB promoverá o painel ” Design como diferencial competitivo “, onde os participantes poderão discutir e obter maiores esclarecimentos sobre assuntos como design, publicidade, economia e regionalidade.

O Workshop é gratuito e busca valorizar a troca de experiências e informações sobre design tornando-se assim um meio de acrescentar opiniões e conhecimentos.

Participe desta interação e acompanhe os resultados. Continue lendo