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Motivos que comprovam a importância do design de embalagens

Se empresas soubessem o quão importante é ter um bom design em suas embalagens, investiriam mais nesse detalhe. E não é difícil tentar entender essa importância. Basta, por exemplo, imaginar a seguinte situação: quando você vai ao mercado comprar um molho de salada, quantas embalagens existem? Muitas, certo? Mas você provavelmente vai ficar encantado com algumas em particular, e isso acontece porque a embalagem é o primeiro ponto de contato entre um produto e o consumidor. Até mesmo o consumidor menos atento pode ficar tentado a experimentar um produto apenas porque um pacote lhe pareceu funcional e atrativo, teve algum apelo multisensorial ou simplesmente foi criativo. Algumas pessoas se sentem voltadas até mesmo a pagar um pouco mais caro por conta do apelo visual de uma boa embalagem.

Mas ainda existem inúmeras outras razões para se importar com uma boa embalagem. Preste atenção nesses detalhes:

O design de uma embalagem tem várias funções

A principal delas é proteger o que está dentro. Ao mesmo tempo, a embalagem precisa facilitar a distribuição de um produto e o seu armazenamento, mostrar funcionalidade, explicitar claramente do que se trata. Quantas vezes você confundiu um produto por conta da sua embalagem? A decisão de compra está nas mãos do cliente – e esses pontos são relevantes na hora da escolha do produto. É claro que entre uma embalagem não funcional e de má qualidade, e algo bonito, ergonômico e de qualidade, o consumidor vai perceber qual é a melhor escolha.

Uma boa embalagem promove o seu produto

Um bom design consegue contar a história de uma marca. Seja pela cor, pela fonte utilizada ou por sua textura, o design também é um jeito de apresentar a sua marca para um consumidor, mostrando qual é a persona da empresa. Se sua empresa é jovem ou tradicional, se é ousada ou não, ou quaisquer atributos por quais você quer que a sua marca seja conhecida, uma boa embalagem consegue promover isso.

Um bom pacote facilita a decisão de compra

A embalagem costuma mostrar diferentes informações sobre o produto, seja quais foram os ingredientes ou como ele deve ser utilizado. Essa informação ajuda a vender o produto porque permite que consumidores obtenham facilmente dados que são necessários para que saibam se eles podem comprar um produto ou não.

Você se diferencia das outras marcas

É a embalagem que distingue uma marca de outra, porque o pacote mostra o logo, o nome da empresa, o esquema de cores utilizado por ela etc. Isso auxilia o consumidor a identificar um produto no meio do ambiente competitivo que é uma prateleira. Por exemplo, se você entra numa loja de conveniência disposto a comprar as balas “Tic-tac”, sabe que deve procurar a caixinha pequena a qual você já está habituado e conhece. Aqui é um caso claro onde a embalagem remete diretamente a determinado produto e o diferencia em uma prateleira.

Empresas que entendem isso saem na frente

Enquanto muita gente não se atenta às embalagens, algumas empresas levam muito a sério o assunto e, por isso, colhem bons frutos. A Apple é um dos grandes exemplos. Qualquer pessoa que já comprou algo da marca sabe do cuidado e sofisticação com que o produto é apresentado.

A caixa do iPhone, por exemplo, é extremamente elegante. Você abre e o celular é apresentado no topo de um compartimento quase como um relógio caro. Abaixo dele estão os acessorios e manuais. Mas não é só isso. O consumidor não simplesmente abre a caixa imediatamente, porque a embalagem não foi feita com esse propósito. Ela foi feita para que o comprador aprecie cada momento da sua compra. A caixa só abre se o consumidor deslizá-la, vagarosamente, num movimento que dura 2 ou 3 segundos. Então, só depois disso é que o consumidor encontra o novo aparelho. Esses poucos segundos criam uma experiência única na mente do consumidor: é um “mini-mistério” antes de revelar o seu novo celular.

O que a Apple ganhou com isso? Dezenas de vídeos na internet que celebram o momento da abertura do pacote do iPhone. É sério, as pessoas estão sendo embaixadoras do iPhone também por suas embalagens.

Por que você deveria se importar também?

Finalmente, a embalagem é capaz de combinar os objetivos do cliente e da empresa. Uma imagem bonita, funcional, criativa, que pensa na recepção do consumidor, tem tudo para criar uma experiência positiva nas mãos do consumidor, encorajando-o a recomendar um produto para os seus amigos também.

Quer saber mais sobre o assunto? Quer dicas de como implementar tudo isso em sua empresa? Continue acompanhando o nosso blog ou entre em contato com a nossa equipe!

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9 erros de usabilidade que devem ser evitados em seu projeto

A usabilidade é uma expressão utilizada para determinar a facilidade com que usuários interagem com uma determinada ferramenta, seja ela online, mobile ou qualquer outro sistema.

Em poucas palavras, pode-se dizer ainda que usabilidade é a forma como o usário irá interagir, bem como o nível de aceitação desta interação. No geral, este nível de aceitação é medido pela capacidade do sistema realizar suas tarefas com sucesso e a facilidade com que o usuário realiza as operações necessárias no sistema.

Ou seja, a usabilidade é um fator de grande importância para que desenvolvedores possam levar aos seus clientes um maior nível de aceitação possível. Pensando neste assunto, separamos nove erros de usabilidade que desenvolvedores e designers devem evitar em seus projetos. Acompanhe os detalhes a seguir:

1. Não falar a linguagem do usuário

Todo projeto é criado para um público-alvo. Deste modo, um erro que pode trazer o desagrado do usuário está na linguagem de difícil compreensão ou até mesmo inadequada para os usuários que irão atuar no sistema. Mensagens de erro incompreensíveis ou instruções mal elaboradas são alguns dos erros na liguagem.

Um exemplo simples que podemos imaginar está em um aplicativo infantil com linguagem de difícil compreensão para tal público.

2. Ignorar atalhos

Os atalhos, como o próprio nome se refere, são meios de se chegar a determinado destino em um menor tempo ou percorrendo o menor caminho possível. Para ações rotineiras em um determinado sistema, é imprescindível que a opção por atalhos seja analisada como forma de implementar este recurso ao projeto.

Além disso, os atalhos oferecem múltiplas rotas para recuperar a mesma informação. São os conhecidos botões “Voltar” ou “Home”, os quais não devem ser ignorados em um projeto.

3. Tamanho de fontes

O tamalho das fontes também é um assunto muito discutido quando o assunto é usabilidade. Além do critério de que a fonte deve ser legível e de fácil compreensão, os tamanhos de fontes não possuem um padrão específico. Porém, vale ressaltar que fontes muito pequenas é um fator que pode trazer o desagrado do usuário, pois uma leitura cansativa é uma das causas para o abandono de uma página.

4. Conteúdo desorganizado

A desorganização da estrutura de um projeto é uma das principais fontes de desagrado do usuário com relação à usabilidade inicial de um sistema. Deste modo, as informações mais importantes devem saudar os visitantes quando estes chegam ao sistema.

É importante também ter em mente os diferentes tipos de visitantes que um site seja provável receber e, deste modo, organizar as informações para atender diferentes necessidades.

Um simples exemplo que podemos citar é um site de uma universidade, o qual deve conter guias para redirecionar visitantes diferentes (os futuros alunos, atuais alunos, ex-alunos e professores).

5. Problemas com links

Assim como o conteúdo de um site deve ser monitorado, os links de um projeto também deve ser revisados constantemente de modo a evitar páginas com erros, que trazem a insatisfação dos usuários.

Além disso, links inoperantes trazem o aspecto de pouco profissionalismo. Deste modo, manter links sempre atualizados é um dos caminhos para manter usuários engajados com o sistema.

6. Não identificar áreas clicáveis

Os links são mecanismos onde o usuário irá navegar em um sistema. Deste modo, um erro comum é não identificar os links ou ainda identificá-los de maneira incorreta. O usuário precisa saber que um botão tem a funcionalidade de botão antes mesmo de clicar nele. Deste modo, os links ou áreas clicáveis devem ser destacados de maneira correta e nítida, fazendo com que o usuário não tenha dificuldades para a navegação.

7. Ignorar dúvidas do usuário

Além dos erros citados anteriormente, ignorar dúvidas dos usários pode ser uma das maiores falhas de usabilidade.

Deste modo, manter uma página de fácil acesso com as dúvidas mais frequentes (FAQ) ou ainda opções de contato com desenvolvedor traz ao usuário uma maior segurança com relação ao esclarecimento de suas dúvidas ou problemas que este encontre no sistema.

8. Esquecer caixas de pesquisa

A maioria dos usuários, quando acessam um site ou um sistema, desejam encontrar determinado conteúdo rapidamente de modo a não precisar navegar por todo o site para encontrarem o que buscam. Sendo assim, os campos de pesquisa são recursos que não devem ser ignorados em um projeto.

Exemplos comuns são blogs e lojas virtuais onde o usuário terá ao seu alcance uma grande quantidade de conteúdo, porém sem opções de pesquisa, a tarefa de encontrar o que deseja torna-se muito trabalhosa.

9. Não categorizar informações

Outro erro comum que pode dificultar a usabilidade de um projeto está em não categorizar as informações. Deste modo, o usuário ficará perdido perante a assuntos distintos.

Um exemplo: você produziu um aplicativo mobile para receitas culinárias. Note que se não houver menus de categorias (doces, massas, salgados, bebidas, entre outras) o usuário terá grandes dificuldades em encontrar o que realmente deseja. Portanto, as categorias e subcategorias são elementos indispensáveis para uma boa navegação.

Vale ressaltar ainda que, para cada projeto, existem especificações diferentes, porém, deve existir sempre um senso comum com relação aos principais pontos a serem trabalhados na boa usabilidade de um projeto.

Gostou do post? Então, siga acompanhando o blog para ficar informado sobre assuntos do mundo do design!

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6 dicas para fazer uma boa capa no Facebook

Muitas vezes, a capa da página no Facebook é o primeiro contato do cliente em potencial com a identidade visual da sua empresa. Por isso, é muito importante que ela seja uma tradução fiel do DNA da marca e que transmita o máximo de credibilidade. Com o aumento da concorrência, já não é possível ter sucesso no mundo online sem pensar nessas questões.

De acordo com um levantamento da 99designs, 95% das empresas que têm capas personalizadas no Facebook acreditam que o design é um elemento importante para o seu sucesso. Nada menos que 79% das marcas que reformularam o visual das suas fanpages perceberam um aumento no engajamento e 78% viram um aumento no número de curtidas.

Se você tem vontade de criar uma nova capa ou reforçar a sua identidade visual no Facebook, confira algumas dicas e comece a transformação hoje mesmo!

1 – Siga as regras do Facebook

Antes de partir para a ação, é importante que você leia ou revise os termos de uso do Facebook. Entre outras restrições, a rede social não permite que seus usuários utilizem mais do que 20% da área da imagem para textos, divulguem preços de produtos e serviços ou convidem os usuários à ação por meio de verbos no imperativo. Portanto, todo cuidado é pouco!

2 – Atente-se para as dimensões

Atualmente, as dimensões das capas para o Facebook são de 851 pixels de largura por 315 de altura. Isto significa que você tem espaço suficiente para exibir a identidade da sua marca e atrair os usuários. Produza imagens sempre com esses tamanhos para que nenhuma informação importante seja deixada de fora e para que a peça não seja distorcida.  

3 – Capriche na qualidade

Para que as suas peças chamem a atenção e cativem os usuários, é importante que você preze pela qualidade. Por isso, nunca deixe os princípios básicos do design (alinhamento, proximidade, contraste e repetição) de lado na hora da criação e sempre salve os seus arquivos em bons formatos.

4 – Adapte para o mobile

Lembre-se de que o tamanho da capa pode variar de acordo com o dispositivo móvel do usuário ou a versão do aplicativo do Facebook utilizada por ele e teste a sua imagem ao máximo antes de fazer o upload dela na sua fanpage. Você não quer que a informação mais importante a respeito da sua nova promoção deixe de aparecer, não é mesmo?

5 – Não se esqueça da imagem de perfil

Os princípios básicos do design também não devem ser deixados de lado na hora de coordenar a sua nova capa com a imagem escolhida para ser utilizada como foto de perfil. Sempre que possível, faça com que elas conversem entre si. Nesse quesito, o limite é a sua criatividade e os resultados podem ser simplesmente incríveis!

6 – Mude a sua capa com frequência

Provavelmente, a sua empresa deve ter um calendário editorial para os conteúdos publicados no blog e nas redes sociais. Na medida do possível, tente aproveitá-lo para as atualizações da sua capa. Datas como Natal, Ano Novo, Carnaval, Dia das Mães e Dia dos Namorados, por exemplo, são ótimas oportunidades para surpreender os seus clientes.

E então, gostou das nossas dicas? Quais delas você pretende aplicar? Conte para a gente nos comentários!

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O design nas redes socias

Com o desenvolvimento das mídias sociais, a internet criou a oportunidade de desenvolver um relacionamento quase instantâneo com os seus clientes. A comunicação se tornou mais dinâmica e interativa. É possível acessar dúvidas e comentários na mesma hora que são feitos, em plataformas como o Twitter, o Facebook e o Tumblr.

Para que a presença da sua empresa na rede tenha um efeito positivo, vale a pena recorrer a uma equipe diversificada. A escolha das informações a serem divulgadas e o desenvolvimento desse conteúdo são bastante significativas, porém, isso não exclui a importância do aspecto visual. Pelo contrário! O conteúdo divulgado nas redes sociais deve ser mais sucinto, recebendo uma abordagem simplificada. Às vezes, um infográfico bem construído pode ser mais interessante que um parágrafo de texto, por exemplo.

Design gráfico enquanto estratégia de comunicação

Nas redes sociais, a apresentação é tão importante quanto a informação em si. O design se torna, portanto, uma ferramenta da própria estratégia de comunicação. Além de organizar a maneira como as informações são exibidas, um design inteligente e criativo é indispensável para estabelecer definitivamente a sua marca no universo da web. 

Criação de uma identidade visual

O volume de perfis comerciais na web é enorme. Sem aspectos visuais bem definidos e atrativos, a sua marca acaba se tornando apenas mais uma entre muitas. Estabelecer uma identidade é o primeiro passo para diferenciar a sua empresa das outras. Dessa forma, você consegue promover o reconhecimento e a identificação por parte do seu público.

A identidade de uma marca na web pode ser observada pela estrutura visual do seu perfil e das suas publicações. Consideramos aqui aspectos como as cores utilizadas, o tipo de imagem e até a tipografia.

Acessando a página da KitKat no Facebook, é possível observar que o vermelho característico da marca está presente de forma maciça entre as postagens. Além disso, a logo é sempre incluída nas publicações  – seja através da embalagem, do próprio chocolate ou apenas do símbolo da KitKat. É importante que a marca apareça no conteúdo divulgado, ainda que em pequenos detalhes, como uma assinatura discreta.

Outro exemplo são as páginas da Coca-Cola em diversas redes sociais. A garrafa tão característica da empresa está sempre presente, tanto na montagem do perfil quanto nas publicações. É possível reconhecê-la nas fotos e também em sua forma icônica, mais simples.

Visual atrativo

A apresentação visual pode ser o fator decisivo para tornar o mesmo conteúdo interessante e atrativo ou chato e entediante. A utilização correta do design gráfico na sua página vai despertar a curiosidade do público, estimulando a sua participação. É ele quem cria um ambiente convidativo e familiar para os seus clientes.

O ideal é que o seu perfil nas redes sociais transmita uma mensagem mais criativa do que técnica. Fuja daquele o ultrapassado combo “imagem e texto”, que já se tornou cansativo para os usuários. Uma alternativa é utilizar infográficos e fotografias criativas para promover a sua marca, deixando de lado o texto comercial, que soa repetitivo e pouco espontâneo.

O designer é o profissional ideal para determinar a utilização desses recursos. Ele sabe melhor do que ninguém como quebrar o padrão e apresentar uma ideia criativa, sem perder as características próprias da sua marca.

Como sua marca utiliza o design nas redes sociais? Conte para a gente através dos comentários!

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Afinal, como é um bom briefing de design?

Se traduzirmos literalmente o termo briefing do inglês, teremos: INSTRUÇÕES. Sendo assim, o que mais precisaríamos para entender o que o cliente deseja com um projeto de design? O grande problema é que muitos designers se pegam em situações de retrabalho de projetos nas quais a solução poderia ter sido encontrado se uma simples pergunta a mais constasse no briefing.

Quando se trabalha com um briefing claro, conciso, em que todas as questões fundamentais são respondidas, tudo fica mais fácil. Desde definir um valor justo até aumentar a probabilidade do resultado do projeto ser muito bem sucedido.

Na hora de elaborar um bom briefing para entender o que um cliente deseja, não se deve hesitar em fazer qualquer pergunta. Sim, existe a possibilidade de o cliente não entender a importância das suas questões. Por isso, é importante educá-lo, explicando que isso faz parte do processo de design. Esse interesse transmite segurança e profissionalismo.

Reunimos aqui algumas questões fundamentais que irão servir para que você possa elaborar um bom briefing de design e ter muito sucesso nos seus projetos.

1 – Qual o objetivo da empresa?

Já sabemos: design é forma e função. Para que essas duas premissas funcionem, você deve saber qual é o problema que o cliente pretende resolver com o seu trabalho. Por isso, é indispensável descobrir o objetivo da empresa. Isso fará com que você compreenda com clareza todo o cenário.

2 – Como vamos alcançar este objetivo?

Aqui, você precisa ouvir o cliente para saber como ele pensa que seu projeto de design pode impactar neste objetivo. Esta etapa é fundamental para alinhar expectativas.

3 – Quem será impactado com o projeto?

Simples: é o público-alvo. Neste momento, não economize. Descubra o que puder para definir quem são aqueles para os quais seu projeto servirá. Classe social, idade, sexo, comportamento, grau de instrução, estado civil, poder aquisitivo. Estes dados servirão para você basear todo o seu projeto.

4 – Que comportamento esperamos do público-alvo?

O cliente espera uma mudança de comportamento alcançada por seu projeto de design. Qual?

5 – Que prova racional podemos oferecer para ajudar o público-alvo a ter este comportamento?

Digamos que o seu cliente é uma cafeteria, que colocou novos sofás para os clientes e a mudança de comportamento esperada do público-alvo é que eles passem a sentar nos novos sofás. O projeto de design que ele encomendou a você comunica isto, mas se os sofás não estiverem à vista, ou não forem realmente confortáveis, só o seu projeto de design não ajudará o públco-alvo a ter o novo comportamento de se sentar, sentindo-se convidados. 

Por isso é importante ter esta prova racional que embasa o que o seu projeto de design comunica. É uma prova racional de desejo de mudança de comportamento.

6 – Como queremos que as pessoas se sintam ao serem impactados pelo projeto?

Que emoção o cliente deseja que seja criada? Admiração, surpresa, alegria, tristeza, empolgação?

7 – Quais materiais há para sua referência?

Se o seu cliente possui materias gráficos/visuais que servirão de base para o seu trabalho de design, eles devem ser fornecidos. Se ele não possui, este é um bom momento para questionar o que seu cliente deseja em termos de estilo. Não hesite: peça para ele apontar marcas, fotos, ilustrações e o que gosta em termos de design. Isto é valioso para perceber seus gostos.

8 – Qual a verba total alocada para este projeto?

Este área costuma ser espinhosa, pois nem todo cliente gosta de expor quanto ele pode investir em um projeto. Não há mal algum nesta pergunta, no entanto. É importantíssimo saber quanto ele pode investir, pois isto signifca saber quais são suas limitações e, consequentemente, as possíveis soluções. Se necessário, explique como esta informação impacta no resultado. E mais: notando incompatibilidade entre o que ele deseja e o valor disponível, é um bom momento para informar ao cliente.

9 – Qual o prazo para o projeto?

Prazo também é um item que pode e deve influenciar no orçamento. Você sabe o tempo necessário para terminar um projeto. Por isso, quanto mais curto o prazo em relação ao seu tempo médio, mais você deve cobrar. Entenda sua necessidade de entrega para poder chegar ao melhor valor.

10 – Como seu trabalho será avaliado?

Que métricas serão usadas para indicar se o trabalho obteve sucesso?

Lembre-se: um bom briefing é importante para as duas partes — você e seu cliente. Preocupe-se em obter as melhores respostas e em organizar a informação o mais objetivamente possível, e seu projeto tem tudo para ter ótimo resultado!

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Você sabe como surgiram as embalagens?

Você arriscaria dizer em que ano surgiram as primeiras embalagens? Revolução Industrial, ano 1200 ou 2200 a.C.? Acertou se pensou na última opção. Há registros arqueológicos que mostram as primeiras embalagens da humanidade com materiais naturais disponíveis na época, como couro, folhas e fibras vegetais. Naquela época, a possibilidade de carregar alimentos e caça aumentou a duração das caçadas e permitiu ir cada vez mais longe do local em que se vivia para buscar alimento.

É por isso que podemos dizer que as embalagens surgiram nos primórdios da civilização humana, já que desde sempre os humanos precisaram de algo para armazenar, conservar e transportar o alimento por mais tempo. No livro “Embalagem: Arte e Técnica de um Povo”, a autora Dalva Soares Bolognini conta que “à medida que o homem foi se especializando e tornando-se caçador, pastor, plantador de sementes, pescador, guerreiro”, a necessidade de criar embalagens foi aumentando.

Evolução histórica das embalagens

Obviamente, a evolução das embalagens está diretamente ligada ao desenvolvimento tecnológico e à descoberta de novos materiais, como o vidro (descoberto pelos fenícios em 2000 a.C.). Outro marco importante na história das embalagens foi a Revolução Industrial, no século XVIII. Nesse período, a velocidade de circulação dos produtos acabou exigindo das indústrias mais proteção no transporte e distribuição. Mais um ponto para as embalagens!

No Brasil, tudo começou depois da vinda da família real, em 1808. Abertura dos portos às nações amigas e permissão para fábricas e manufaturas se instalarem foram grandes motivos para o desenvolvimento de embalagens nacionais, que durante alguns anos tiveram finalidade apenas de transporte e armazenagem. Imagina que até o início do século XX os rótulos não tinham sequer o nome do produto, ou seja, o aspecto visual era meramente estético.

Dimensão mercadológica das embalagens

A dimensão mercadológica do produto começou após as empresas descobrirem o conceito de marca agregado ao produto. Isso teve início com a criação do sistema de autosserviço. Como parte da escolha por mercadorias passou a ser feita nos pontos de venda, as empresas passaram a buscar meios de consolidar sua marca e se destacar dos concorrentes. Essas novas técnicas de comunicação que até hoje influenciam a escolha do consumidor por um produto ou outro foram testadas por marcas pioneiras e hoje consolidadas como Coca-Cola, Gillete, Johnson & Johnson e Nestlé.

Foi a partir dessa época que as embalagens ganharam a tarefa de informar, identificar e promover produtos e marcas. Isso significa que o grande responsável pela evolução do design estrutural e gráfico da embalagem foi o setor de autosserviço. No caso brasileiro, especificamente os supermercados. Organizações atentas às necessidades dos consumidores e evolução do trade marketing sabem que é na prateleira do supermercado que os produtos disputam a atenção do consumidor. Em suma, a embalagem se tornou uma vendedora silenciosa e eficaz.

Você sabe de outras curiosidades sobre as embalagens? Compartilhe na área de comentários!

Brandbook: por que minha marca precisa de um?

Antes de falarmos em brandbook, vamos lembrar um conceito fundamental de marca: a imagem de todas as empresas – e aqui vale a pena generalizar – deverá ser condizente com a forma com que ela se relaciona e conversa com seu público. Sempre. Para o CEO da Starbucks, Howard Schultz, “uma marca tem de parecer um amigo”. Esse conceito de aproximar o público dando identidade e singularidade a uma marca não é recente, mas ainda é responsável pelo sucesso de muitas empresas. Como as marcas têm história, cultura e jeito de se comunicar com o consumidor próprios, a empresa que deseja se destacar no mercado precisa materializar esses fatores em um brandbook.

Mas o que é exatamente um brandbook? Imagine um livro que contenha a essência da sua marca, suas crenças e seus valores, o modo como sua empresa quer comunicar aos consumidores. Esse material pode ser chamado de brandbook e é basicamente a síntese da estratégia e gestão de marca. No livro, estão compilados os discursos da marca com o mercado, ou seja, a mensagem que será transmitida ao mercado tem que ser, necessariamnte, coerente com a identidade corporativa, valores, visão, posicionamento e promessa de valor. Jamais produza um brandbook que não represente exatamente a sua marca.

Por que minha marca precisa de um brandbook? Se sua empresa pretende construir uma boa reputação corporativa, atrair consumidores por meio da comunicação e criar um elo emocional entre marca e consumidor, está na hora de começar seu manual. Antes disso, lembre-se que o brandbook mostra a evolução da marca, valores e essência, e é apenas uma peça – embora extremamente fundamental – na apresentação da identidade visual da marca. Por isso, não confunda brandbook com manual de identidade. O manual contém aspectos técnicos da marca, como construção e aplicações. Ao contrário disso, o brandbook mostra aspectos mais subjetivos e sentimentais, o que não impede torná-lo mais completo inserindo algumas partes técnicas.

Listamos uma série de motivos para sua marca começar a pensar em um brandbook desde já. São eles:

  • Aumentar e mostrar a importância de ligações entre a empresa e seu público-alvo

  • Institucionalizar a origem da marca

  • Apresentar a marca da forma mais objetiva e fácil

  • Retratar os valores da identidade visual

  • Auxiliar na criação e evolução de uma cultura organizacional

  • Tornar o entendimento mais fácil dos valores da empresa por meio da identidade visual, para os colaboradores, parceiros e consumidores 

  • Demonstrar a importância da logomarca para transmissão da identidade da empresa

Você imagina outro motivo para criar um brandbook para uma organização? Compartilhe sua ideia na área de comentários!

 

Por que a tipografia importa?

No mundo da publicidade, onde um olhar passageiro pode ser o máximo de atenção que uma marca vai conquistar, o esforço para ser notado precisa ser grande. O consumidor deve entender a mensagem que sua marca está tentando passar. Se o texto é muito pequeno para ser lido ou tem pouco espaçamento (ou seja, pouca ou nenhuma legibilidade), seu produto não terá uma segunda chance. Além da leitura, a tipografia é importante porque pode ser usada para transmitir um humor, autoridade ou sentimento específico. Ela faz as pessoas entenderem a sua marca e reagirem a ela de maneiras distintas.

Em um de seus artigos, George Everet diz que o design gráfico é tipografia, deriva da tipografia e não pode existir sem ela. Ou seja, design e tipografia coexistem e não podem ser pensados separadamente. Um estudo realizado na Universidade de Ciências Aplicadas de Berlim descobriu que a distância na qual um texto pode ser lido em um outdoor na estrada varia em até 15% – isso com mudanças mínimas na escolha da fonte. Imagine a perda de 15% da audiência por causa do tamanho da fonte da propaganda? Esta pode ser a diferença entre uma campanha de sucesso e uma que fracesse totalmente.

Há uma série de outros critérios, tanto subjetivos quanto mais objetivos: desde o tipo da fonte e família até a cor. O estilo de uma fonte pode comunicar valores da marca antes mesmo que uma pessoa termine de ler o anúncio. Por causa disso, sempre se pergunte se a tipografia está de acordo com a mensagem que sua empresa quer passar ao público.

Mas engana-se quem pensa que a tipografia serve apenas como elemento para transmitir informações. Muito pelo contrário! Ela tem seu valor da mesma forma que uma marca faz parte da identidade de uma instituição. A tipografia contém um universo simbólico que reflete determinados períodos, culturas e público-alvo. A Coca-Cola, por exemplo, conseguiu o que nem todos conseguem: associar uma fonte diretamente a ela. Mesmo que se escreva outra palavra com a fonte da marca, é quase impossível não associar ao refrigerante.

Logos, materiais gráficos, websites: em tudo há a presença da tipografia. Os tipos e suas formas acabam construindo um cenário das marcas no imaginário e na memória dos consumidores. Por causa disso, a escolha das fontes tipográficas deve estar adequada ao conceito da marca, aos produtos ou serviços, e claro, buscar a originalidade. O mais importante é que todos os elementos estejam alinhados com a mesma mensagem e que possam transmiti-la da maneira mais clara e visualmente agradável possíveis.

De olho no poder da tipografia, empresas investem em novas fontes e estilos, em uma busca constante por tipos que se aproximem mais da marca e que possam transmitir determinadas sensações e causar o impacto desejado. As empresas que entenderam que a forma faz parte da mensagem tanto quanto o próprio conteúdo estão alguns passos na frente daquelas que ainda insistem em velhos hábitos. Como dissemos no início do texto, em um mercado cada vez mais competitivo no qual o público tem menos tempo para gastar com propagandas, pequenos detalhes podem ser a diferença entre conquistar a atenção do consumidor ou empurrá-lo para o concorrente.

Entendeu por que a tipografia importa? Deixe um comentário.

Os principais elementos da tipografia

A tipografia é um aspecto muito importante para o design, principalmente quando se fala na criação de uma identidade visual. Ela consiste na arte do processo de criação e composição de um texto através da escolha da caligrafia utilizada. Seu objetivo principal é dar estrutura à comunicação e sua base está na seleção de tipos de letra, no comprimento e espaçamentos das linhas, bem como no ajuste do espaço entre grupos e pares de letras.

Origem e aplicação

Ela vem das palavras gregas “typo”, que significa forma, e “graphein”, que representa a escrita. Dessa forma, a tipografia pode ser aplicada a qualquer instância que envolva texto escrito. Compositores, tipógrafos, designers gráficos, diretores de arte, artistas de quadrinhos e grafiteiros, por exemplo, são profissionais com lidam diretamente com tipografia.

Elementos que compõem a tipografia

Existem quatro elementos principais que compõem a tipografia e são essenciais para que se realize um arte boa, com diferencial e qualidade. São eles: repetição, contraste, proximidade e alinhamento. Vamos conhecê-los melhor?

1) Repetição

É a consistência levada ao próximo nível. Em qualquer trabalho tipográfico, aspectos como cores, linhas e tipo de letra devem ser consistentes. Contudo, designers experientes sabem – e já demonstraram – que é interessante destacar um desses elementos para configurar um bom trabalho. Você pode tornar um desses aspectos mais forte, repetindo-o como um elemento chave do seu design.

2) Contraste

As técnicas de contraste seriam aquelas utilizadas para chamar a atenção para determinado elemento em uma página. Pode ser relativo ao contraste de cores, como uma letra preta em um fundo branco. Da mesma forma, variações de tamanho, estrutra, forma, direção ou cor da fonte que você escolher podem configurar diferentes tipos de contraste.

Entretanto, ao escolher os elementos contrastantes, é importante fazer isso de maneira óbvia: deixar claro a todo e qualquer observador que esses elementos não são os mesmos, demonstrando claramente suas diferenças e fazendo-o compreender que a formatação foi proposital.

3) Proximidade

Esta fator diz respeito ao agrupamento de elementos relacionados. Aspectos que sejam relacionados devem ser posicionados juntos, próximos, formando um conjunto, enquanto que os aspectos que não tiverem relação nenhuma devem ser afastados, separados, de forma a fazer o observador entender o que está conectado ou não dentro de sua peça. Quer um exemplos? Títulos e subtítulos.

4) Alinhamento

Esta característica ajuda a manter a aparência da peça unificada. Através dos diferentes tipos de alinhamento, as peças terão diferentes aspectos. Os alinhamentos à direita ou à esqueda, por exemplo, dão ao seu trabalho uma linha de borda mais forte para a visão do espectador. Dão sofisticação extra, ao contrários dos alinhamentos centralizados. Se, ainda assim, preferir centralizar, coloque o texto em um lado da página e use outro elemento gráfico no lado oposto para fazer seu projeto mais interessante.

Referência: Why Typography Matters

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3 dicas para transformar a sua marca em uma lovemark

Criar conexões emocionais com seus consumidores é uma das maneiras como o marketing está se reinventando. Que empresa nunca quis que sua marca fosse amada por seus clientes? O termo lovemark, que define a marca que possui essa relação de amor com seus consumidores, foi cunhado por Kevin Roberts, CEO mundial da Saatchi & Saatchi e autor do livro “Lovemarks: o Futuro Além das Marcas”. Roberts acredita que o respeito está diretamente ligado à manutenção da relação com o consumidor a cada contato, e por isso uma marca só pode prometer aquilo que é capaz de entregar. É claro que nem sempre é possível satisfazer tudo o que o consumidor deseja, mas demonstrar preocupação com os anseios das pessoas fortalece a relação entre cliente e marca.

A transformação da sua marca em uma lovemark não acontece da noite para o dia, mas pode ser mais rápida quando guiada por alguns fatores. Criar produtos e experiências que consigam estabelecer conexões emocionais duradouras com os consumidores não é tarefa fácil e exige emoção, relevância e autenticidade. Para de se aproximar do consumidor mais facilmente:

1) Desperte emoções nas pessoas

A empresa que focar no sentimento do consumidor e construir uma relação de intimidade estará muito mais perto de se tornar uma lovemark do que uma que está pensando com a cabeça e sem ouvir o outro lado. Criar intimidade significa derrubar o isolamento das pessoas e entender profundamente o que elas querem. Além disso, é o sentimento que move as pessoas. Uma lovemark cria lealdade e deixa a razão em segundo plano. Quando uma pessoa não consegue substituir seu iPod por um outro MP3, por exemplo, é porque ela criou uma forte relação de intimidade com a marca.

2) Seja relevante

As pessoas são bombardeadas diariamente com centenas de informações e marcas querendo se tornar relevantes e inesquecíveis. Como se destacar em meio a tantos concorrentes? Uma das respostas é ser relevante. E não há outro caminho para se tornar insubstituível do que a empatia. Quando uma marca entende as emoções dos outros, suas dores e necessidades, é capaz de buscar as soluções mais adequadas para seus clientes. Esse comprometimento com as reais necessidades e anseios das pessoas permite que as empresas estabeleçam um relacionamento duradouro e de confiança com os seus clientes. Ao ser percebido pelo consumidor, esse compromisso é transformado em fidelidade: um passo a mais para se tornar uma lovemark.

3) Seja autêntico e inovador

Não tente mostrar algo que sua marca não é. Algumas empresas acabam copiando ações de outras que deram certo. Jamais faça isso. Cada marca tem uma identidade própria e um público diferente. Seja inovador e tenha uma estratégia única e relevante. Uma empresa invadora consegue identificar necessidades dentro de seu mercado e encontrar uma oportunidade, ou seja, entender o que as pessoas estão procurando e encontrar formas de entregar isso. Obviamente, a inovação traz riscos e não há como garantir que uma campanha de marketing vai dar certo, mas estar disposto a ir ainda mais longe pode levar uma marca a chegar a um lugar onde ninguém foi. Uma marca autêntica cria impacto por si só, um significado. Quando uma ação consegue chamar a atenção, despertar emoções e sentimentos nas pessoas, ela transforma completamente o relacionamento entre marca e pessoas.

Quer saber se você está no caminho de se tornar uma lovemark? Pergunte-se agora: se minha marca deixasse de existir hoje, alguém sentiria falta dela?