Design e Empresas: em que estágio está a sua?
terça-feira, março 9, 2010- Design 2 participa só do final e se vira como pode
- Design 4 – tem influencia na tomada de decisão e define estratégias com base no design
O centro de Design da Dinamarca estabeleceu uma escala, comparando a uma escada de 4 degraus, classificando o envolvimento das empresas com design. Com certeza se baseando nela, pode-se identificar os diferentes perfis de clientes, e planejar como atingir cada um deles. Sem dúvida o mais atraente é o número 4, o topo da escada.
1. Nenhum uso de Design — Empresas que se encontram neste primeiro degrau não fazem uso do design em nenhum estágio do processo. Outras disciplinas acumulam a função de introduzir funcionalidade ou estética ao desenvolvimento dos produtos ou serviços.
2. Design como Estilo — O design é introduzido em um estágio já avançado do projeto como no acabamento ou detalhe gráfico. Ou seja, o design é apenas a finalização do processo, sem interferir no planejamento. É o tal do “desenho bonitinho”.
3. Design como Processo — O design não é usado apenas como produto final, mas como um método de trabalho. É integrado nos estágios iniciais do processo, combinando-se com as várias disciplinas envolvidas.
4. Design como Estratégia — Utilizado, por exemplo, como uma ferramenta de fomento à inovação no ambiente de trabalho. No degrau mais alto da escada, o design é incorporado como um elemento-chave na empresa e, portanto, também no processo de desenvolvimento dos serviços e produtos.
Mesmo grandes empresas relutam em alcançar este estágio por ter em mente uma administração voltada principalmente para custos.
Saavedra quem complementa: “O ideal é que uma empresa veja o design como estratégia — completamente integrado à s suas esferas de decisão — e não apenas como uma ferramenta para dar ao produto ou marca uma forma mais ‘bonitinha’â€. Entretanto, na visão do superintendente do Centro de Design Paraná, Geraldo Pougy, são poucas as empresas brasileiras que chegaram a esse estágio, ou seja, ao quarto degrau da escada.
Bill Martinez complementa: “Os clientes mais bem posicionados e antenados com as necessidades do mercado, seu público e valor de sua marca entendem bem a importância da consultoria, do diagnóstico e da avaliação de marca como parte do processo. São geralmente clientes de médio a grande porte. Os que não entendem essa nova configuração são players fora do baralhoâ€.
Fica a dica!
Forte Abraço.






Loading ...
