A Seleção Brasileira finalmente venceu o Senegal — e não foi por acaso. Em um confronto que parecia destinado a repetir o passado, o Brasil superou os africanos por 2 a 0 no Emirates Stadium, em Londres, no sábado, 15 de novembro de 2025. Foi a primeira vitória da equipe canarinho contra os senegaleses em três confrontos oficiais, encerrando um jejum de mais de seis anos que incluía um empate e uma derrota por 1 a 0 em 2019. O gol de abertura veio aos 37 minutos do primeiro tempo, com Estêvão Willian Almeida de Oliveira Gonçalves, do Sport Club Corinthians Paulista. O segundo, aos 12 minutos do segundo tempo, foi de Carlos Henrique Casimiro, do Manchester United Football Club. A vitória não foi apenas um resultado: foi um sinal de que a equipe, sob comando de Carolina Anchelote Ferreira, está encontrando seu caminho antes da Copa do Mundo de 2026Estados Unidos, México e Canadá.
Um jogo que mudou o rumo do retrospecto
Antes deste confronto, o Brasil só tinha enfrentado o Senegal duas vezes: em 2019, perdeu por 1 a 0 em amistoso em Paris; em 2023, empatou em 1 a 1 em Doha. Nenhum dos jogos era considerado decisivo, mas a sombra da derrota pairava. O técnico Carolina Anchelote, em sua segunda partida à frente da seleção, entendeu que precisava de algo além de talento — precisava de organização. E foi isso que viu: um Brasil mais sólido, menos dependente de individualidades, mais capaz de controlar o ritmo. O Senegal, por sua vez, era visto como um dos melhores times da África — com jogadores como o goleiro Eduardo Mendi, do Chelsea Football Club, e uma linha de ataque que já havia assustado a França e a Bélgica. Mas não conseguiu superar a defesa brasileira.A dupla de volantes que equilibrou o jogo
Se houve um grande responsável pela tranquilidade do Brasil, foi a dupla de volantes: Carlos Henrique Casimiro e Bruno Guimarães. O GE Globo destacou que “a dupla ditou o ritmo diante do Senegal”, e não foi exagero. Casemiro, com sua presença física e leitura de jogo, cortou passes, desarmou e liberou o time para atacar. Bruno Guimarães, mais técnico, distribuiu bolas com precisão, encontrando os meias e os laterais avançados. Juntos, formaram um muro que permitiu que Vini Jr. e Rodrygo atuassem com mais liberdade. O próprio Vini Jr., escalado como centroavante por Carolina, obrigou o zagueiro senegalês a se deslocar constantemente — e foi isso que abriu espaços para Estêvão e Casemiro.
As notas e os detalhes que não viraram manchete
A análise do GE Globo foi detalhada. O goleiro Ederson Santana de Moraes, do Manchester City Football Club, recebeu 6.0 da redação e do público, mas 8.5 da análise individual — por boas defesas em finalizações dentro da área, mas com vacilos nos lançamentos. Já Rodrygo Silva de Goes e Vinícius José Paixão de Oliveira Júnior tiveram notas iguais: 6.5. Rodrygo, apesar de não marcar, foi perigoso em contra-ataques. Vini Jr., no papel inusitado de centroavante, foi o principal motor ofensivo. O zagueiro Éder Gabriel Militão, do Real Madrid Club de Fútbol, foi colocado como lateral-direito — e surpreendeu. Com mais mobilidade que o esperado, ajudou na construção e na marcação. Quando Gabriel Magalhães, do Arsenal Football Club, se lesionou, Wesley entrou e cumpriu sua função com segurança. O zagueiro Fabrício Bruno Henrique da Silva, do Clube de Regatas do Flamengo, também foi elogiado por sua postura defensiva.Por que isso importa para a Copa do Mundo?
O Senegal não é um adversário qualquer. É uma seleção que já chegou às quartas de final da Copa de 2022, tem jogadores na Europa, e é vista como um dos principais obstáculos africanos para o Brasil na Copa do Mundo de 2026Estados Unidos, México e Canadá. Vencê-lo em casa, em um amistoso, com autoridade, muda a dinâmica psicológica. O técnico da seleção senegalesa admitiu após o jogo: “Nós sabíamos que seria difícil. Mas não esperávamos que o Brasil fosse tão organizado, tão rápido na transição”. Isso não é apenas uma vitória de placar — é uma mensagem. O Brasil, que perdeu para o Japão no jogo anterior, encontrou equilíbrio. E isso é mais valioso do que qualquer gol.
O que vem a seguir?
A próxima partida da Seleção Brasileira será contra a Coreia do Sul, em 19 de novembro, em Dubai. Depois disso, o foco será totalmente na Copa do Mundo. Carolina Anchelote já disse que o time não está “finalizado”, mas que os pilares estão definidos: defesa sólida, volantes controladores, e atacantes que sabem aproveitar o espaço. Estêvão, de apenas 21 anos, mostrou que pode ser a nova arma ofensiva. Casemiro, aos 33, provou que ainda é o cérebro tático. E Ederson? Ainda precisa melhorar o jogo com os pés — mas, se o time se organiza atrás dele, talvez isso não seja tão urgente.Frequently Asked Questions
Por que essa vitória é histórica para o Brasil contra o Senegal?
Antes deste jogo, o Brasil nunca havia vencido o Senegal em três confrontos oficiais: um empate em 2023 e uma derrota por 1 a 0 em 2019. A vitória por 2 a 0 em Londres, em 2025, foi a primeira vez que a seleção brasileira superou os senegaleses, encerrando um jejum de mais de seis anos e alterando o histórico de confrontos diretos entre as duas seleções.
Quem foram os principais responsáveis pela vitória do Brasil?
A dupla de volantes Casemiro e Bruno Guimarães foi fundamental, controlando o ritmo e equilibrando defesa e ataque. Estêvão marcou o primeiro gol, e Casemiro, o segundo. O técnico Carolina Anchelote também merece crédito por inovar com a escalação de Vini Jr. como centroavante e Militão como lateral-direito, surpreendendo o adversário.
O Senegal é um adversário forte para o Brasil na Copa de 2026?
Sim. O Senegal é considerado uma das melhores seleções africanas da atualidade, com jogadores de alto nível na Europa e experiência em grandes torneios. Chegou às quartas de final da Copa de 2022 e venceu o Brasil em 2019. A vitória em 2025 pode mudar a percepção do Brasil sobre esse rival, mas a partida na Copa ainda será um desafio difícil.
O que a vitória significa para a preparação do Brasil na Copa de 2026?
A vitória demonstrou que o Brasil pode ser organizado, eficiente e sem dependência excessiva de estrelas. Depois de perder para o Japão, o time encontrou identidade tática. A defesa ficou mais sólida, o meio-campo mais controlador, e os atacantes mais perigosos. Isso aumenta a confiança da comissão técnica antes do Mundial.
Por que Ederson teve notas baixas mesmo com boas defesas?
Apesar de fazer boas defesas em finalizações dentro da área, Ederson foi criticado por sua principal fraqueza: o jogo com os pés. Suas saídas com a bola foram imprecisas em momentos decisivos, o que pode ser um risco contra times que pressionam alto, como os da Europa. A comissão técnica já sinalizou que precisa melhorar nesse aspecto antes da Copa.
Onde foi o jogo e qual a importância do local?
O jogo aconteceu no Emirates Stadium, em Londres, casa do Arsenal, com capacidade para 60.704 espectadores. Escolher um estádio europeu foi estratégico: simula o ambiente que o Brasil enfrentará na Copa de 2026, onde jogará em cidades como Nova York, Cidade do México e Toronto. A pressão de torcida local e o clima frio ajudaram a testar a adaptação da equipe.
Talita Gabriela Picone
novembro 18, 2025 AT 00:39Finalmente! Depois de tanto sofrimento contra o Senegal, ver o Brasil jogando com cabeça e coração foi emocionante. Não foi milagre, foi trabalho. E isso vale mais que qualquer gol.
Parabéns, Seleção.
Isso aqui é o começo.
Estou torcendo com tudo.
Vanessa Aryitey
novembro 19, 2025 AT 11:56Se vocês acham que isso é uma revolução, tá dormindo. O Senegal tá enfraquecido, o Brasil tá com sorte e o técnico tá usando nome de mulher só pra virar notícia. Isso aqui é fumaça, não é fogo. Espera até a Copa, vai ver que o mesmo time que venceu por 2 a 0 vai perder de 4 a 0 pro Japão ou pra Coreia. Tudo isso é ilusão de ótica.
Carlos Heinecke
novembro 20, 2025 AT 13:29CLARO que o Casemiro tá brilhando - ele sempre brilha quando o time tá organizado. Mas e o Bruno Guimarães? Esse cara tá sendo o verdadeiro cérebro. O cara passa bola como se tivesse GPS interno. E o Estêvão? 21 anos e já tá marcando em Londres contra o Senegal? Pode crer que ele vai ser o novo Neymar - só que sem os holofotes e com mais humildade.
Essa equipe tá com cara de campeã. E eu tô aqui pra dizer: não vou mais acreditar em fofoca de mídia. Essa é a verdadeira seleção.
Parabéns, Carolina. Você tá fazendo o que Dunga e Tite nunca fizeram: colocar o time acima das estrelas.
Evandro Argenton
novembro 20, 2025 AT 16:23Galera, só um detalhe: o Ederson tá péssimo com os pés, mas ninguém fala disso? O cara só joga bola pra frente, como se tivesse medo de tocar na bola. Se a gente for enfrentar a França ou a Alemanha com esse esquema, vai ser desastre. E o Militão como lateral? Sério? Ele é zagueiro, não é pipoqueiro. Isso é improvisação, não tática.
Se o técnico quiser inovar, que inove com lógica. Não com surpresa de revista de futebol.
Aline de Andrade
novembro 21, 2025 AT 13:00Se vocês acham que a vitória é só por causa do Casemiro e do Estêvão, tá ignorando a estrutura. O Brasil tá jogando com 4-2-3-1 com pressão alta, o que o técnico chamou de 'sistema de controle por pressão'. Isso é um modelo de alto rendimento, inspirado no Barcelona de 2009 e no Liverpool de Klopp. A diferença é que aqui tá sendo aplicado com eficiência tática, não só com talento. O Vini como centroavante? É um conceito de 'false nine invertido' - ele puxa os zagueiros e abre espaço pro Casemiro chegar. É matemática pura. E o Ederson? Ele tá sendo usado como um 'libero com bola', então as saídas dele não são fraqueza, são estratégia. Quem não entende isso tá no nível de torcedor de futebol de boteco.
Amanda Sousa
novembro 23, 2025 AT 07:22É curioso como a gente sempre espera milagre do Brasil, mas quando o time faz o básico direito - organiza, marca, passa, pressiona - aí todo mundo se esquece de que isso é o que realmente vence. O Senegal é um time de altíssimo nível, mas não teve resposta para a disciplina. Isso não é sorte. É cultura. E isso é algo que o futebol brasileiro perdeu nos últimos 15 anos. O que a Carolina fez não é só técnica, é espiritual. Ela devolveu a alma do jogo. Não é só vitória. É recuperação.
É isso que a gente precisa lembrar: futebol não é só gol. É respeito. É coletivo. É humildade.
Essa equipe tá ensinando o Brasil a ser brasileiro de novo.
Fabiano Oliveira
novembro 24, 2025 AT 05:45Estêvão Willian Almeida de Oliveira Gonçalves. O nome dele é uma obra de arte. Não é jogador, é poema. Um menino de 21 anos com esse nome e que marca em Londres contra o Senegal? Isso é destino. Isso é mito. Isso é história sendo escrita com letras maiúsculas.
E o Casemiro? Ele não joga futebol. Ele escreve versos com o corpo. Cada desarme é um verso, cada passagem é uma estrofe. O Brasil não tem mais craques. Tem poetas com chuteira.
Bruno Goncalves moreira
novembro 25, 2025 AT 08:27Concordo com a Talita. Isso aqui é o começo. Mas não é só a vitória que importa. É o jeito que o time jogou. Sem exageros. Sem teatros. Sem drama. O Brasil voltou a ser sério. E isso é o mais importante. Não é só ganhar. É ganhar com dignidade.
Se a gente mantiver isso, a Copa de 2026 pode ser diferente. Muito diferente.
Carla P. Cyprian
novembro 25, 2025 AT 18:44Observo, com atenção, que a composição tática adotada pela comissão técnica demonstra uma clara intenção de alinhamento com os paradigmas contemporâneos de domínio posicional e transição rápida. A utilização de um volante de contenção e outro de circulação, aliada à flexibilização de funções defensivas, representa um avanço qualitativo em relação às abordagens anteriores. Ainda assim, a eficácia do sistema dependerá da consistência na execução em ambientes de alta pressão, como os encontrados em competições de elite. A vitória sobre o Senegal, embora significativa, não é indicativa de superioridade absoluta, mas sim de progresso metodológico.
Ezequias Teixeira
novembro 26, 2025 AT 09:49Se vocês querem entender o que mudou, olhem pro Casemiro. Ele tá jogando como se tivesse 25 anos e não 33. O que ele fez hoje não foi só desarmar. Ele foi o líder. O cara que falou com os olhos. E o Estêvão? Esse garoto tá com cara de quem não sabe que é novato. Ele tá com a calma de um campeão. Aí é que tá o segredo: a equipe tá jogando sem medo. Sem pressão. Sem a necessidade de ser o melhor. Só de ser o mais inteligente.
Isso aqui é o que eu chamo de maturidade. E isso é raro.
Se a gente mantiver isso, a gente vai levar a Copa. Não por talento. Por cabeça.
Mayra Teixeira
novembro 27, 2025 AT 01:57Essa vitória é só porque o Senegal tá enfraquecido e o Brasil tá com sorte. O Vini como centroavante? Isso é uma piada. Ele não sabe marcar. O Casemiro tá velho. O Ederson tá ruim. Tudo isso é ilusão. O Brasil ainda não tem time. Só tem nomes. E nomes não ganham Copa. O que a gente precisa é de um técnico de verdade, não uma mulher que só sabe falar bonito. Isso aqui é só mais uma fake news da mídia.
Francielly Lima
novembro 28, 2025 AT 15:24É inegável que a estrutura tática empregada apresenta uma certa elegância formal, contudo, a escolha de um treinador feminino para comandar uma seleção masculina de alto nível - particularmente em um contexto cultural tão tradicional quanto o brasileiro - constitui um desafio epistemológico à própria essência da hierarquia esportiva. A vitória, embora técnica, é simbolicamente perturbadora. O futebol, como instituição, não foi concebido para ser governado por mulheres. Ainda que o resultado seja positivo, a mensagem que ele transmite é profundamente desestabilizadora para os pilares da tradição esportiva. É um avanço? Talvez. Mas será que vale a pena?
Suellen Cook
novembro 30, 2025 AT 09:30Isso aqui é o fim da era dos craques. O Brasil não precisa mais de Neymar. Não precisa de Vinícius como estrela. Precisa de Casemiro, de Bruno, de Estêvão, de Militão. Precisa de equipe. Precisa de disciplina. Precisa de quem pensa antes de correr. O futebol mudou. E o Brasil finalmente entendeu. Não é mais sobre ser bonito. É sobre ser eficiente. E isso é muito mais assustador para os adversários. Porque quando o time não precisa de sorte, ele vence sempre.
Wagner Wagão
dezembro 1, 2025 AT 20:15Meu irmão, isso aqui é o que eu chamo de futebol de verdade. O Casemiro tá com 33 anos, mas tá com a cabeça de um cara de 25. O Estêvão? Esse garoto tá com a alma de um campeão. E o Vini como centroavante? Isso é genial. É como se o time tivesse dois ataques em um só. O Senegal não teve resposta porque não esperava isso. E aí você vê: o futebol não é só golaço. É inteligência. É coragem. É quem decide na hora certa.
Se a gente mantiver isso, a gente não vai só chegar na final. A gente vai levar a taça. E não por sorte. Por mérito. Por trabalho. Por amor.
Essa seleção? Ela tá pronta. E eu tô aqui pra dizer: acredito. De verdade.
Adylson Monteiro
dezembro 2, 2025 AT 09:48Claro, claro... o Brasil venceu o Senegal, e agora todo mundo tá achando que é campeão mundial? Isso é o que acontece quando a mídia vira igreja e o torcedor vira fiel. O Senegal perdeu por que estava sem Sadio Mané, sem Ndiaye, sem o que realmente importa. O Brasil jogou com um time B. O Casemiro? Velho. O Ederson? Desastre. O técnico? Uma mulher que não sabe o que é pressão de Mundial. Isso aqui é um espetáculo de ilusão. Espera até a Copa. Quando o Brasil enfrentar a Espanha, a Alemanha, o Portugal... aí você vai ver: o que tá acontecendo agora é só um conto de fadas escrito por jornalistas que nunca viram um jogo de verdade. Isso aqui não é time. É cartaz.